domingo, 29 de janeiro de 2012

A felicidade não é o motivo principal da existência.
Se fosse, os que não são ou não estão felizes estariam frustrados, porque não são felizes?
Mundo de neuróticos?
O objetivo principal da vida não é ser feliz.
É sermos provados na carne para aprender.
Vamos à escola para aprender e não para ser feliz ou ficar farta com a merenda (obter conforto na vida).
Não criticar. Criticar separa, não une.
Ser firme no Evangelho, além de ser firme na igreja.
Viver o que prega.
Ser santo profissional?
Ser grato. Não ser ingrato. Deus cobra o que dá? Agradeça o que Deus dá.
Perdoar. Perdoai-vos uns aos outros além de amai-vos uns aos outros.
Deus o Pai e o Filho são fortes porque são unidos. O Filho revelou o poder do Pai porque era unido firmemente e ele vivia em retidão.
Perdoar, sem condições, mas perdoar sempre. Quer ser perdoado sempre? Então, perdoe sempre.
Parar de julgar um ao outro, mudar para melhor.
Não esperar que os outros tomem iniciativa de perdoar você. Você perdoa primeiro.
Crescer juntos, firmes, espiritualmente. Ninguém cresce espiritualmente sozinho.
O Evangelho é o antídoto para os males do Espírito e os venenos que destilam do mundo.
Estamos no mundo, mas não somos do mundo. Passamos pelo mundo para sermos provados através da expiação, muitas vezes aflitivas, para aprender a preservar os valores espirituais e fortalecê-los e adquirir os valores morais faltantes necessários para dignificar (santificar) o espírito. Jesus disse: "no mundo tereis aflições".
Eis o motivo pelo qual estamos aqui na Terra. Eis o significado da sua existência.
E é a única motivação que vale a pena e dá sentido à vida. O resto é balela. É passa-tempo. E o tempo passa depressa demais para tanto que ainda falta aprender.
Municiar o Sacerdócio com maior poder de Deus é elevar o nível de retidão pessoal. Produzir mais obrais de retidão e menos de imperfeições humanas.
Deus dará o seu poder para iníquos? Deus, não. Satanás, sim.
O que é poder de Deus? É poder manipular as forças da Natureza? É manipular a vida das pessoas? - NÃO!

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