Você sabe quantos cristãos existiam no dia em que Jesus foi crucificado?
- Fora o próprio, nenhum.
E logo após a sua morte?
- Zero.
Por que diz isso?
- Porque quem nega o Cristo 3 vezes antes do galo cantar, mesmo sendo chamado de "Tu és Pedro e sobre ti edificarei a minha igreja", não pode ser considerado cristão, porque negou o cristianismo, negou a existência do Salvador e Redentor. Se Pedro que era o líder religioso depois de Jesus, teve esse comportamento, imagine o restante dos 11 discípulos, que negaram ser seguidor de Cristo com medo de ser crucificado também pelos romanos. Mesmo depois da pregação de Jesus "ame o teu próximo como a ti mesmo", ninguém quis amar Jesus como a si mesmo, sofrendo e sendo crucificado no lugar dele, evitando que Jesus se sentisse traído pelos 12. Você quer dizer que ele veio cumprir uma missão? - Com certeza.
Por isso, digo que até hoje, só tem um cristão no mundo, o próprio. Porque o resto, só pensa no próprio umbigo. É uma pena que o verdadeiro cristão seja só o Cristo. Nesse mundo infestado de "verdadeiras" igrejas cristãs, cheia de doutrina e convênios, cheia de deveres e obrigações, promessas e ameaças, cobrando o dízimo e ofertas de todo gênero, o inspirador do cristianismo deve estar meio decepcionado com a humanidade, porque fez tantos sacrifícios para ensinar coisas tão simples que é o Amor ao próximo, e só vê conflitos, guerras, assassinatos, sequestros, presídios abarrotados de criminosos. Nas ruas, acidentes e mortes, nos lares, dissenções, na política, corrupções, só gente querendo levar vantagem em tudo. Parece que a vinda dele foi em vão, exceto uma minoria restrita que tenta praticar uma parte do todo.
Claro, essa prática depende do livre-arbítrio de cada um. Cada escolha feita, uma responsabilidade assumida.
Que Deus tenha muita misericórdia e compaixão por nós.
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