quarta-feira, 21 de março de 2012
Hebraico, Aramaico, etc.
Moisés escreveu a Bíblia Original há 3.300 anos atrás, em hebraico clássico, sem vogal.
Ano 586 a.C. com a destruição de Jerusalém pelos Babilônios, o hebraico clássico foi substituído pelo aramaico, sendo usado tanto na liturgia como no comércio. O hebraico é uma língua afro-asiática. Originou-se no nordeste da África e começou a divergir nos meados do oitavo milênio a.C.
O antepassado comum do Hebraico e do Fenício é chamado Cananeu, e foi o primeiro a usar um alfabeto semítico distinto do Egípcio.
Um dos documentos cananeus antigos é a famosa Pedra Moabita; a inscrição de Siloam, encontrada próximo de Jerusalém, é um exemplo antigo do hebraico.
Outros escritos hebraicos menos antigos incluem o ostraca, encontrado perto de Laquis (Lachish) e que descreve os eventos que precedem a captura final de Jerusalém por Nabucodonosor II e o cativeiro na Babilônia de 586 a.C.
O escrito mais famoso originalmente em hebraico é o TANAKH, base das Escrituras Sagradas Hebraicas.
As cópias mais antigas foram encontradas entre os Escritos do Mar Morto, escritos entre o século II a.C. e o século I d.C.
A língua formal do Império Babilônico era o aramaico.
Por volta de 4.000 a.C. os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme.
Usavam placas de argila para cunhar as letras.
Na mesma época, os egípcios desenvolveram a escrita demótica (mais simplificada) e a hieroglífica (mais complexa formada por desenhos e símbolos) cunhada em pedras ou papiros.
A civilização epípcia se aglutinou em torno de 3150 a.C. com unificação política do Alto e Baixo Egito, sob o primeiro Faraó, Nemes, e se desenvolveu ao longo dos 3 milênios seguintes.
Portanto, as placas com inscrições eram de argila, ou cunhadas em pedras ou papiros, não em folhas de ouro ou latão. Não em egípcio reformado, mas em TANAKH (hebraico).
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