Eu sou eu, você é você.
O que éramos um para o outro ainda somos.
Me chame da maneira que sempre chamou.
Fale comigo como sempre falou.
Não fale em nenhum tom diferente.
Não use ar solene ou triste.
Continua a rir daquilo que nos fazia rir juntos.
Reze, sorria, pensa em mim, reze comigo.
Que meu nome continue a ser dito em casa como sempre foi,
sem ênfase, sem sombras.
A vida continua a significar o que sempre significou.
Ela é o que sempre foi: o fio não foi cortado.
Por que eu estaria longe de seus pensamentos?
Só porque estou longe da sua vista?
Não estou longe... apenas passei para o outro lado do caminho.
Você vê: está tudo bem...
Você encontrará meu coração, minha ternura mais pura.
Enxugue suas lágrimas e não chore mais se você me ama.
Santo Agostinho
(Homenagem à querida sra. Sabina Salim Beirigo - 23/06/1923 ~ 17/06/2013)
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