No meu caminho, só pedras, obstáculos, buracos e crateras, lombadas, precipícios, queda de barreiras e pontes, curvas fechadas descendentes, bifurcações e rotatórias sem sinalização, sem acostamento, sem asfalto, com tanta lama que nem caminhão passa. E lá vai eu, tentando seguir por esse caminho único.
Devido à fragilidade anatômica, funcinal, moral e espiritual do ser humano que sou, tenho cometido erros e mais erros, dos quais me arrependo amargamente e tenho remorsos que não se curam.
Aos que desapontei, desagradei, magoei, feri, machuquei, mil perdões, e aos que me ajudaram a sobreviver nessa cidade, de um jeito ou de outro, o meu muito obrigado. E aos que ficam ainda por aqui, um grande abraço e até breve!
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